Sou o som exato da trilha por onde resolvi caminhar.
De compasso em descompasso sigo meus passos.
Sem lógica, amplifico a dor em forma de calor.
Busco um ritmo que me traga ao se achar.
E o meu tom embriagado sempre procura um jeito de me fazer cantarolar.
Como um acorde despreocupado sinto a melodia se encaixar.
É incrível ouvir meu corpo batucar.
Na vitrola sou inconstante o bastante ao ponto de me fazer dançar.
No meu embalo MI RÉ LÁ a tocar.
Quem sou eu?
Sou a minha música que de tanto tentar me faz pulsar.
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Ter liberdade de expressão é ter uma válvula de escape para o cotidiano tecnologicamente monótono que nos persegue. Sem censura, com minha mente livre de qualquer preconceito, manifesto-me em forma de grafias e fotos.
“É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O...”
“Olhe nos meus olhos, diga o que sente, atinja o alvo, no caso, meu coração… E me faça querer morrer de amor novamente, só para me sentir mais vivo e...”